Dr. Alberto Orro, medico do Hospital Mario Covas em Ilhabela foi candidato a vereador pela coligação "Carinho e Respeito por Você", e é demitido do Hospital logo após as eleições.
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Essa carta foi enviada ao medico informando o afastamento de seus trabalhos como medico anestesiologista do Hospital Municipal Governador Mario Covas Júnior.
O motivo pelo afastamento do Dr.Alberto Orro, não foi divulgado na nota assinado pela Provedora da Santa Casa de Misericórdia de Ilhabela, Monica Kurachina e tampouco, pelo atual Diretor Administrativo do Hospital Gov.Mario Covas, o Dr.Eduardo dos Santos Rosmaninho.
Segundo a própria carta de notificação, assinada dia 11 de outubro, o Hospital Mario Covas tem 24h para substituir o citado médico.
Segundo a própria carta de notificação, assinada dia 11 de outubro, o Hospital Mario Covas tem 24h para substituir o citado médico.
A população de Ilhabela que está indignada com a ação da atual administração, por encontrar essa medida como mais uma ação clara de "perseguição política". Alberto Orro foi candidato a vereador pela coligação oposta a da administração reeleita.
Juliana Storti que foi candidata a vice -prefeita pela " Coligação Carinho e Respeito por você", disse indignada: " Infelizmente Perdemos um excelente profissional, que com certeza faria parte de nossa equipe da saúde! Saúde se faz com competência, amor e dedicação, e vc sempre foi este grande profissional médico! Siglas são partidárias, a sigla da medicina é CRM, uma pena, quem será o próximo!!! " 






Todos os países democráticos e desenvolvidos permitem, sob algumas condições, que seus cidadãos sejam internados ou submetidos a tratamentos psiquiátricos com algum grau de coerção. Na Suécia, 30% de todas as internações são por medidas coercitivas. Os EUA talvez seja o pais com maior número desse tipo de tratamento. Com o desenvolvimento das chamadas “Drug Courts”, que são responsáveis por oferecerem tratamentos para os usuários de drogas como uma opção à prisão, criou-se um sistema bem organizado de estimulo não só para a busca, mas também para a retenção no tratamento, com centenas de milhares de pessoas já tratadas dessa forma. Vários estudos mostraram que essa abordagem obtem melhores resultados do que a busca voluntária de ajuda. O National Institute of Drug Abuse (NIDA) que é o órgão governamental responsável pelas pesquisas e pela influência nas políticas do país, recentemente lançou um consenso sobre esse assunto e um dos item claramente resume: “O tratamento para ser efetivo NÃO precisa ser voluntário”.



