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terça-feira, 17 de abril de 2012

VEREADOR QUER REGULAMENTAR TAXI-BOAT NO ARQUIPELAGO

Audiência pública para debater o tema deverá ser agendada até o final do mês
Thereza Felipelli
Turistas e moradores poderão contar, em breve, com uma opção regularizada de transporte pelo mar em Ilhabela: o taxi-boat. Isso se um projeto de Lei do vereador Erick Pinna Desimone (PSDB), que já foi lido na Câmara Municipal este mês, for aprovado pela maioria dos vereadores no próximo mês.
Segundo o vereador Pinna, antes de entrar na pauta para votação na Casa de Leis, será realizada uma audiência pública para que a população entenda o projeto e dê opiniões. A audiência estava marcada para o dia 17 deste mês, mas o Instituto Ilhabela Sustentável pediu para que fosse remarcada para que pudesse participar também. “A participação popular é de extrema importância para elaboração complementar do projeto de lei”, diz o vereador. “Estamos aguardando uma nova data, ainda para este mês. Enquanto isso, o projeto está sendo analisado pelas comissões”, avisa.
O projeto 13/2012 autoriza a prefeitura a instituir regulamentação sobre turismo náutico na área de abrangência territorial. A ideia, segundo o parlamentar, é usar os píeres existentes em Ilhabela como itinerário para o transporte de pessoas através de pequenas embarcações, desafogando o trânsito na única avenida da cidade (a Princesa Isabel), que fica intransitável na temporada. “Pode ser uma boa opção para moradores e turistas durante as férias”, comenta. “O taxi-boat não será usado para passeio e sim como meio de transporte. Não vou tirar emprego de ninguém. Será apenas mais um meio de transporte pra poder escolher. É assim em Angra dos Reis, Ilha Grande, Santos”.
Ainda de acordo com o parlamentar, o objetivo do projeto é oferecer segurança aos turistas e usuários dos transportes náuticos, quer sejam em taxi-boats, lanchas, barcos de pescas e outras embarcações de recreio que transportam passageiros no entorno do arquipélago.

Quem poderá atuar?
De acordo com o projeto, somente poderá ser concedida autorização a esse tipo de transporte aos regularmente habilitados pela Capitania dos Portos, com habilitação específica para a prática da atividade náutica e que a embarcação esteja legalmente autorizada e com todos os equipamentos náuticos de salvatagem periciados pelos órgãos competentes.
A propositura ainda autoriza o município a firmar os competentes convênios, com órgãos e instituições ligadas a atividade marítima, no intuito de regulamentar e preservar direitos e obrigações em âmbito civil e penal, bem como controlar a sua operacionalidade.

Cenário propício
Segundo Erick, o turismo náutico tem sido uma prática crescente nas regiões litorâneas de todo o país e especialmente em Ilhabela, que obtém o privilégio de possuir um enorme canal de grande potencialidade para diversas atividades de competição e pesca. “Nosso mar nos oferece segurança, principalmente em dias normais e em dias de temporal, temos a proteção do território Ilhéu e o Continente a proteger os marítimos e turistas”, ressalta o vereador. “Com essa medida podemos colaborar com a nossa cidade e ajudá-la a se transformar num grande indutor de turismo, agora pelo mar, com regras claras, precisas e seguras”, acrescenta.

Com a palavra, a população
Carlos Eduardo Martins, artista, 64 anos, gosta da iniciativa. “O taxi-boat é uma boa ideia. Enquanto permitirem a entrada de tantos carros na Ilha pode servir como saída para resolver o problema de locomoção na temporada, quando a ilha fica congestionada”, avalia.
“Acho o projeto ótimo, pois está direcionado a um início de planejamento que contribuirá para a mobilidade de moradores e turistas em Ilhabela”, analisa Vera Alvarenga Freire. “O trânsito em certos períodos já está caótico por aqui. Logo, inovar e pensar grande em termos de futuro é urgente. Se perdermos a nossa paz e a nossa tranquilidade e, ente elas, a nossa mobilidade, quem virá nos visitar?”, questiona.
“Demorou pra sair essa hidrovia. Quem sai da Armação poderá ir até o Curral (quiçá além disso) curtindo o natural. Embarcações próprias para isso nós temos”, diz Alfredo Marchi, comerciante.

Opiniões divididas
Mas nem todos acreditam que seja uma boa ideia. “Taxi-boat parece uma boa para fins turísticos/recreativos, não para fins funcionais, de transporte público. O mar merece ser preservado e usado apenas como patrimônio natural/ambiental/turístico e há coisas que poderiam ser feitas nesse sentido muito antes de pensar em jogar mais óleo diesel queimado no mar”, declara Christian Rocha, 38 anos, professor de arquitetura e de yoga.
“Taxi-boat parece ser uma boa ideia, mas para deslocamentos pontuais e esporádicos. O que realmente faria diferença seriam linhas regulares de “bus-boat” ligando todos os píeres, do Curral à Vila”, comenta Paulo Ribeiro.
Outro morador de Ilhabela, Maurício Grimaldi, 46 anos, engenheiro químico, está preocupado: “Como fazer com que a proposta do taxi-boat não se torne um monopólio ou um cartel aqui na ilha? Talvez um taxi-boat registrado num único CPF ou CNPJ sendo no máximo 2 por família”, sugere. “Assim, mais pessoas podem trabalhar e defender seu ganha pão ao invés de ficar nas mãos de quem já detêm o poder”, complementa.



Fonte: Imprensa Livre
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terça-feira, 3 de abril de 2012

ILHABELA- VEREADOR APROVEITA POSSE DE TRES VEREADORES SUPLENTES E PROPÕEM NOVAMENTE O "FICHA LIMPA"

APROVADO, em primeira votação, por unanimidade o Projeto de Emenda a Lei Orgânica do Município 01/2012, com a inclusão de uma emenda modificativa. De autoria do vereador Erick, subscrita pelos pares Timbada e Carlinhos, modifica o artigo 9º da Lei Orgânica do Município (LOM), tratando do Ficha Limpa Municipal para nomeações de cargos públicos, nas esferas dos Poderes Executivo e Legislativo. Com a inclusão da emenda de autoria do vereador Edvaldo, subscrita pelos demais pares, foi modificado o parágrafo primeiro do artigo 9º que passa a vigorar com a seguinte redação:
“§ 1º É vedada a nomeação para cargos em comissão, na Administração direta, indireta e fundacional do Município e do Poder Legislativo Municipal da Estância Balneária de Ilhabela, das pessoas inseridas nas seguintes hipóteses:”
A emenda também suprime o parágrafo terceiro, que tratava do prazo de 90 dias para passar a vigorar a determinação. Mas por ser emenda a lei orgânica, a medida passa a vigorar automaticamente após aprovação.
De acordo com os pares, a alteração proposta no parágrafo primeiro do Artigo 9º do projeto de emenda à lei orgânica, visa aumentar a abrangência da lei. Já a supressão do parágrafo terceiro, tem por objetivo retirar o efeito temporal do projeto para sua aplicação imediata.
A propositura que passou a tramitar na Casa, nos mesmos moldes que o par havia apresentada no ano passado, prevê a proibição de nomeação para cargos em comissão de pessoas se contra eles/elas existirem sentença criminal transitada em julgado e/ou sentença judicial irrecorrível. Ou seja, será vedada a contratação dos que tenham contra sua pessoa representação julgada procedente pela Justiça Eleitoral, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado, em processo de apuração de abuso do poder econômico ou político, desde a decisão até o transcurso do prazo de oito anos. Os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, pelos crimes contra a economia popular, a fé pública, a administração pública ou o patrimônio público; contra o patrimônio privado, o sistema financeiro, o mercado de capitais e os previstos na lei que regula a falência; contra o meio ambiente ou a saúde pública; eleitorais, para os quais a lei comine pena privativa de liberdade; de abuso de autoridade, nos casos em que houver condenação à perda do cargo ou à inabilitação para o exercício de função pública; de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores; de tráfico de entorpecentes e drogas afins, racismo, tortura, terrorismo ou hediondos; contra a vida e a dignidade sexual; e praticados por organização criminosa, quadrilha ou bando, desde a condenação até o transcurso do prazo de oito anos após o cumprimento da pena. A propositura também atinge aqueles que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa, salvo se esta houver sido anulada pelo Poder Judiciário, aplicando-se o disposto no inciso II, do art. 71, da Constituição Federal, a todos os ordenadores de despesa, sem exclusão de mandatários que houverem agido nessa condição, desde a decisão até o transcurso do prazo de oito anos; os detentores de cargo na administração pública direta, indireta ou fundacional, que beneficiarem a si ou a terceiros, pelo abuso do poder econômico ou político, que forem condenados em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, desde a decisão até o transcurso do prazo de oito anos. Ainda não poderão ser nomeados aqueles que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral, por corrupção eleitoral, por captação ilícita de sufrágio, por doação, captação ou gastos ilícitos de recursos de campanha ou por conduta vedada aos agentes públicos em campanhas eleitorais que impliquem cassação do registro ou do diploma, desde a decisão até o transcurso do prazo de oito anos; os que forem condenados à suspensão dos direitos políticos, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, por ato doloso de improbidade administrativa que importe lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito, desde a condenação ou o trânsito em julgado até o transcurso do prazo de oito anos após o cumprimento da pena; os que forem excluídos do exercício da profissão, por decisão sancionatória do órgão profissional competente, em decorrência de infração ético-profissional, pelo prazo de oito anos, salvo se o ato houver sido anulado ou suspenso pelo Poder Judiciário. Por fim, a o projeto ainda abrange as pessoas que forem demitidos do serviço público em decorrência de processo administrativo ou judicial, pelo prazo de oito anos, contado da decisão, salvo se o ato houver sido suspenso ou anulado pelo Poder Judiciário e os que forem condenados por nepotismo, com sentença transitada em julgado.
De acordo com Erick, a proposta tem por finalidade dar atendimento ao contido no artigo37 da Constituição Federal, que estabelece que a administração pública direta e indireta, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. O vereador ressalta que a medida objetiva que a administração pública seja justa e legal nas contratações de funcionários públicos e em suas remunerações, nas questões de acumulação de cargos públicos. E ainda que os cargos de comissão sejam ocupados por pessoas idôneas e sem qualquer nódoa em sua moralidade. “Cabe ao administrador público cumprir os estritos termos da lei. O ato administrativo não pode ofender a boa administração, a ordem institucional, o bem comum e os princípios de justiça, equidade e moralidade administrativa. Com essa medida iremos nortear a ação administrativa e controlar o poder discricionário do administrador, de modo que tenhamos pessoas íntegras e de boa fé, ocupando os cargos públicos, evitando-se, assim, o desvio de poder e a realização do interesse privado, prevalecendo sobre o interesse público”, enfatizou Erick.
Anteriormente, o vereador havia anexado ao projeto, uma carta enviada pelo Dr. Marlon Jacinto Reis, presidente da Abramppe (Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais e membro do Comitê Nacional do Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral. Na carta, o juiz demonstra total apoio a medida e ainda afirma sobre a constitucionalidade do projeto. O presidente da Abramppe, manifestou no documento, especial satisfação com o projeto, que de acordo com ele, segue na linha de muitos outros já discutidos e aprovados por Câmaras de vereadores e até por Assembleias Legislativas. Seis Estados já adotaram tal padrão normativo e, quanto, aos municípios estes se apresentam as dezenas a cada semana. Veja-se que essa iniciativa espontânea da sociedade e de parlamentares locais antecedeu a mobilização que está prestes a ser lançada pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), rede de organizações de liderou a campanha pela conquista da Lei da Ficha Limpa, e que agora convidará a sociedade brasileira a se unir na luta por esse novo padrão de requisitos para a nomeação de servidores e agentes políticos para cargos e funções de livre nomeação e exoneração. O juiz ressaltou que o projeto encarna os mesmos princípios que o Supremo Tribunal Federal, no recente julgamento sobre a constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa, afirmou plenamente compatíveis com a nossa ordem fundamental, não tendo vícios constitucionais. Na carta é enfatizado que a propositura está concedendo a sociedade de Ilhabela um instrumento de prevenção de atos de improbidade, por agregar rigor ao processo de seleção dos agentes e servidores públicos. Por fim, o Dr. Marlon Reis, parabenizou os autores da iniciativa, esperando que a mesma possa somar ao grande movimento cívico de transformação dos padrões normativos que reafirmam e exaltam os valores da moralidade, probidade e eficiência administrativas.
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

VEREADORES EM ILHABELA FAZEM FORTES CRÍTICAS AO EXECUTIVO

Durante acareação do Diretor de Obras da Prefeitura de Ilhabela, o Vereador Luiz Mário de Almeida apontou fortes indícios de irregularidades em obras da Prefeitura, e afirmou que irá pedir a abertura de uma CPI para investigar as supostas irregularidade.
“Vou montar a partir do ano que vem para investigar possiveis irregularidades na Secretaria de Obras .Chegou denuncia a esse vereador de uma rua em area de APP a 2 metros da cachoeira, onde foram doados 90 sacos de cimento, e pelo que consta os moradores daquela rua tem uma situação financeira bem abaixo do padrão normal. Eu vou montar a partir do ano que vem uma CPI, e se passar dentro dessa casa de leis, iremos investigar suposto desvio de materiais publicos para uso político”., concluiu Marinho.

TIMBADA

“ O Prefeito Colucci é uma pessoa completamente louca, despreparada por completo, uma pessoa que já bateu em empregada, atirou em caiçara na Praia dos Castelhanos. Infelizmente não posso elogia-lo. Como não aceitei propina para votar no seu candidato a presidente da camara , o que aliás denunciei na Assembleia Legislativa, a minha família foi mandada embora dos seus cargos na Prefeitura. Mas a justiça tarda mas não falha






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ERICK PINNA

Fiquei indignado pelo fato da nossa emenda ser rejeitada, pois isso viria favorecer as secretarias de esporte e cultura,  que são as mais necessitadas pela baixa verba anual,pois nossa administração acredita que são secretarias de menos importância. Para essa administração essas secretarias podem viver com 1 milhão de reais por 1 ano, enquanto o gabinete precisa de 7 milhões. Eu participei dessa emenda e pedi para que deixassem 4 milhões para o gabimete, e que os 3 milhões restantes  fossem divididos entre , Esporte , cultura , saude e Educação. Votei contra o orçamento anual não para atrapalhar a cidade , pois sabia que os outros 7 vereadores votariam a favor , mas sim por indignação e pela falta de respeito pelas pessoas que lutam para valorizar essas outras pastas como esporte e cultura, desabafou o vereador. 




PREFEITURA DE ILHABELA USA PROPAGANDA ENGANOSA?

VOCÊ  SABIA?

 Que a Prefeitura de Ilhabela  em horário nobre da televisão, onde anuncia o REFIM, utiliza o slogan: “Prefeitura de Ilhabela, oportunidade e trabalho para todos”. Isso parece ser mais um slogan eleitoreiro escolhido erroneamente pela sua  administração, pois Ilhabela já é  apontada como o maior índice de desemprego do Litoral Norte, e não precisa de índice oficial para  perceber o numero de pessoas desempregadas. Vamos ficar atentos para não sermos enganados!!!







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sábado, 3 de dezembro de 2011

VEREADOR ERICK DE ILHABELA SE PREOCUPA COM PLANO DIRETOR .

Câmara de Ilhabela realiza mais uma audiência pública para discussão do Plano Diretor
O vereador Erick Pinna irá solicitar outra audiência para dar continuidade aos debates sobre o Plano Diretor
Menos de 30 pessoas acompanharam a audiência pública para discussão sobre as atualizações do Plano Diretor na Câmara Municipal de Ilhabela. A Audiência foi solicitada pelo vereador Erick Pinna Desimone (PSDB), e subscrita pelos vereadores Roberto Lourdes do Nascimento (Timbada-PSDB) e Luiz Mario de Almeida Matarazzo (Marinho-PV). Os parlamentares Roberto Timbada e Nanci Peres de Araújo Zanato (PPS), justificaram a ausência por meio de ofício. Após a última audiência, no dia 24 de outubro de 2011, os vereadores insistiram na realização desta, devido à falta de participação da sociedade. Já que esta audiência também não teve plena participação do público, o vereador Erick, irá solicitar a realização de mais uma audiência, sem data definida.
A mesa de debates foi composta pelos vereadores Erick, Carlos Alberto de Oliveira Pinto (Carlinhos-PMDB), Jadiel Vieira (Keko-sem partido), o presidente do Conselho Municipal do Plano Diretor, Jorge Guaracy, o secretário de meio ambiente Rogério Ribeiro Sá (Catolé-PV) e pela secretária de meio ambiente da cidade de Caraguatatuba, Maria Inez Fazzini. Carlinhos iniciou o debate lamentando a falta de interesse da população pela audiência, já que é de extrema relevância para o município. O presidente da Câmara ainda ressaltou a importância de rever os pontos falhos do Plano Diretor. “Existem diversas reclamações na questão do não cumprimento da lei, com vários artigos não sendo cumpridos, e isso acaba em descrédito. Este deve ser um dos motivos da população não estar participando efetivamente”, afirmou.
O parlamentar Keko também comentou sobre a pouca participação da população na audiência e que é necessário a cobrança pela execução e cumprimento das leis do município. “Queremos que a população participe para saber o que está acontecendo, se é bom, ou se ela pode reclamar, e de que forma reclamar”, relatou. Catolé também ressalvou que é um defensor das audiências públicas. “O poder público tem sempre que consultar a população e ouvir a voz da sociedade”, afirmou. Mesmo com o pouco número de pessoas no plenário, o vereador licenciado afirmou que é possível realizar uma boa discussão sobre o plano, já que participantes presentes na audiência fazem parte de um grupo de cidadãos ativos. O secretário de meio ambiente colocou em questão as atualizações previstas para o plano, e salientou que é necessário uma revisão por completa da proposta.
A ex-secretária de meio ambiente de Ilhabela, na administração anterior, Maria Inês Fazzini, atualmente é secretaria do meio ambiente na cidade de Caraguatatuba. Ela esteve presente na elaboração do Plano Diretor em 2006, e foi uma das propulsoras para a implantação e execução do plano na cidade. Maria Inês relatou a grande participação da população no plano diretor na época de sua criação no município, e também citou sobre a importância da lei. “Esta lei deve ser respeitada, devido às diversas discussões sobre cada parágrafo elaborado e as tantas horas dedicadas ao plano”, comentou. Maria Inez também citou que dentro da importância do plano deve ser lembrado que houve participação direta da maior universidade da América Latina, A Universidade de São Paulo (USP), onde diversas faculdades como a de história, direito, arquitetura, entre outras, tiveram participação direta na criação do plano.
Jorge Guaracy, atual presidente do conselho do plano afirmou que é possível transformar todos os artigos da lei em realidade. “Sabemos que é difícil, principalmente pela questão do cumprimento à lei, muitos conselheiros são impactados, porém vamos superando estes obstáculos”, afirmou.
Erick comentou sobre o crescimento da cidade e as diversas implicações devido ao não cumprimento das leis estipuladas pelo plano. “Não são falhas do plano diretor em si, de repente somos nós, a nossa vontade, a força do poder público. E por isso que é tão importante o povo ter ciência do que está sendo feito”, comentou o vereador.
Em relação ao código de obras, Catolé comentou que foram realizadas diversas discussões sobre o assunto, inclusive na época em que Maria Inês era a presidente do conselho do plano. “É importante que o código de obras seja discutido entre todos os setores envolvidos, mas não chegamos a um consenso. Hoje está sendo discutido, já na presidência do Guaracy, conforme alguns pontos tiveram evolução faz-se necessária a execução deste código”, relatou o secretário. No ponto da fiscalização, Catolé afirma que é preciso a atuação do setor todos os dias, inclusive aos fins de semana e feriados, que são aonde as irregularidades mais acontecem.
Maria Inês coloca que o plano é complexo mas pode ser fácil de entender e de executar. Segundo ela, devido as dificuldades de implantação do código de obras, foi criado um Plano Diretor moderno que não só traz as diretrizes, também traz instrumentos de gestão da cidade. Foi explanado por ela, situações como taxa de ocupação, que define onde pode ser construído e como, coeficiente de aproveitamento que é o que define o segundo andar da edificação, bem como as definições de recuos, além de diversas outras normas. Outro ponto enfatizado, foram os lotes mínimos por zona, já que a cidade possuía apenas dois por cento de seu território para expansão. Desta forma a expansão urbana foi priorizada nas regiões onde já haviam serviços básicos para a população.
O vereador Erick insistiu na condição de melhorias na cidade através do cumprimento das leis impostas no plano e que a população fique atenta. “Estamos aqui com um intuito só, melhorar. Quando falamos que muita coisa tem sido feita, e muita coisa foi feita no passado, assim como muitas obras da gestão atual que vêm sido debatidas aqui na câmara, são irregulares, e isso irá refletir na próxima gestão também”, afirmou. O parlamentar ainda ressaltou um círculo contínuo de erros que não podem acontecer, Erick citou uma obra de um supermercado no bairro do Bexiga, região sul da ilha. “Este supermercado está sendo construído em sua área total, sem estacionamento nenhum, e foi aprovado para um grande empresário da cidade”, comentou o par.
Carlinhos elogiou Catolé pela iniciativa de manter um fiscal trabalhando aos fins de semana e feriados, e afirmou que é pouco apenas um fiscal, e que houver a abertura de concurso, seria ideal para aumentar o quadro de fiscais na cidade. O presidente da câmara também citou sobre a idéia de implantar uma hidrovia na ilha. “Seria fundamental. A cidade precisa desta hidrovia, porém sua implantação seria caro demais, e teria que ter uma avaliação para ver a quem interessa trazer este tipo de serviço para o município”, completou o vereador.
Aberta a palavra ao público presente na audiência, o senhor Sebastião Marcos dos Santos, presidente da Sociedade Amigos de Bairros do Sul da Ilha, comentou sobre dificuldade de execução do plano. “Nós vimos que o dia a dia o Plano Diretor não é acompanhado um por cento do que está escrito, pois estamos tendo muitas movimentações áreas congeladas, onde não se pode construir. E para este plano ter validade, seria necessário um código de obras que o município não tem”, relatou Marcos que um dos membros do conselho do plano. O munícipe lembrou a respeito das obras irregulares na cidade, e relembrou que na época da administração anterior ocorreram diversos mandatos de demolição para estas construções ilegais, nas quais nenhuma foi executada. Marcos também salientou algumas situações com relação às obras que vem sendo implantadas pela cidade, nas quais não seguem as leis do Plano Diretor. “Não é só fazer a lei e mexer no plano, se quisermos um desenvolvimento sustentável, precisamos mexer no plano e muito, pensar muito e errar menos”, concluiu o munícipe.
A membro do Instituto Ilhabela Sustentável, Gilda Nunes, comentou à respeito do crescimento desordenado da cidade relacionado número de ocupação irregular no município. “Temos cerca de cinco mil pessoas vivendo em áreas de ocupação ilegal na cidade, e esse número vem crescendo, inclusive próximo à minha residência, no Roda monte, todo mês há uma construção nova”, comentou a munícipe. Gilda inda informa que por diversas vezes acionou a fiscalização porém nada foi feito, assim como no bairro do Camarão, onde segundo ela, há transito de caminhões e a cada dia uma construção nova é implantada. “Nunca iremos colocar o plano diretor em prática se nós não pararmos de crescer, e não pode um município como Ilhabela, nascerem 500 crianças por ano”, afirmou. Gilda ainda mencionou que durante o mesmo tempo em que acontece a audiência,a reunião do Conseg também é realizada. “Nesta reunião está sendo discutida a segurança ou a falta dela, e também a expansão do porto. Agora imaginem se acontecer esta ampliação do porto, imaginem o quanto nós iremos crescer e nos aproximar do caos”, ressaltou.
Nas considerações finais Guaracy afirmou que as melhorias que a cidade necessita, provém de pessoas que realmente se importam com o futuro da cidade. “Precisaríamos de mais de 100 pessoas preocupadas iguais aos seis que estiveram aqui hoje, se quisermos realmente mudar e melhorar o atual quadro da cidade”, relatou.
Erick finalizou comentando as evoluções, que ao seu modo de vista são desnecessárias para a cidade, como a possível implantação de garagens subterrâneas, ampliações de avenidas, assim contrariando os princípios da lei orgânica, que prevê o desincentivo do suo de veículos. “Fico triste com esse progresso que as vezes não leva a lugar nenhum, apenas para embelezar a cidade”, finalizou o vereador.


Assessoria de imprensa da Camara M, de Ilhabela

Bruna Campos MTB 52222


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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Polícia faz reconstituição de Crime em Ilhabela



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Um dos acusados de participar da tentativa de homicídio de um policial civil em Ilhabela participou na manha de hoje (23/11) da reconstituição dos fatos. Réu confesso, o rapaz refez os passos do dia do crime na tentativa de auxiliar a polícia na elucidação do caso. Ao todo 7 suspeitos de participar do crime estão presos.
A reconstituição do crime é utilizada para que a autoridade investigadora possa esclarecer determinados aspectos do fato supostamente delituoso, sobretudo nos de difícil elucidação quanto ao modus operandi do suspeito.
No último dia 17 de outubro uma policial civil de Ilhabela foi baleado. Ele saía do supermercado com malotes de dinheiro, quando os homens chegaram em uma moto. Os bandidos dispararam oito tiros contra a vítima e fugiram em seguida.
 Filmagem:Caio Gomes

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

POLICIAL É VITIMA DE EMBOSCADA EM ILHABELA

O POLICIAL ERMÍNIO FOI BALEADO FRENTE AO SHOPPING COLINAS EM ILHABELA.
 UMA MOTO VERMELHA  SEM PLACA COM 2 INDIVIDUOS ABORDARAM O POLICIAL E LHE DESFERIRAM CINCO TIROS, UM ATINGINDO O SEU  OLHO  E QUATRO O SEU PEITO. ERMÍNIO FOI TRANSFERIDO PARA O HOSPITAL MARIO COVAS EM ESTADO GRAVE.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

CAMARA DE ILHABELA- LIDER DO GOVERNO NA CAMARA QUER IMPEDIR QUE O PRESIDENTE TENHA ASSESSORES

Antes da votação, durante a discussão do projeto, o vereador Keko se manifestou dizendo: “Como líder da bancada do governo, peço que a base da bancada, não vote favorável a esse projeto”. 
 ( NÃO ESQUECENDO QUE O VEREADOR KEKO É AQUELE QUE APARECE NO YOUTUBE EM : " CORRUPÇÃO EM ILHABELA")

Como lider do governo é obvio que ele agiria assim , porque o presidente da camara, Carlinhos é candidato a prefeito ao pleito de 2012. Portanto é rival do prefeito atual. O jogo está lançado, mas com participação total de 6 vereadores da Camara atual de Ilhabela, como podem ler abaixo.
A Câmara Municipal de Ilhabela realizou nesta quarta-feira, 05, uma sessão extraordinária, ocasião em que todos os vereadores estiveram presentes e aprovaram os dois projetos de lei, um de autoria do Executivo Municipal e outro da Mesa Diretora do Legislativo, aprovado em primeira votação. A sessão foi convocada pelo presidente da Casa, vereador Carlos Alberto de Oliveira Pinto (Carlinhos-PMDB), no dia anterior durante a realização da sessão ordinária.
O PL 75/2011, de autoria da Mesa Diretora - Presidente, vereador Carlinhos; Vice-Presidente, vereador Luiz Mário de Almeida Matarazzo (Marinho-PV); 1º Secretário, vereador Márcio Garcia de Souza (PTB); 2º Secretário, Roberto Lourdes do Nascimento (Timbada-Sem Partido) – APROVADO, em primeira votação, com seis votos favoráveis (Carlinhos, Timbada, Márcio, Erick Pinna Desimone (PR), Romeu Pedro Persh (PR) e Nanci Peres de Araújo Zanato (PPS)), dois contrários (Jadiel Vieira (Keko-Sem Partido) e Edvaldo Anizio da Silva (PV)) e uma abstenção Marinho - modifica os anexos II, da Lei 791/2010 que modificou a Lei 533/2007 que reorganizou a estrutura administrativa da Câmara Municipal de Ilhabela, prevendo a criação dois cargos, um de Assessor Parlamentar e outro de Assessor de Gabinete, para o vereador presidente. A propositura ainda equipara os vencimentos de todos os cargos de Assessor de Gabinete e Parlamentar, com o mesmo valor base. Os autores relatam que a última modificação implementada na Lei que reorganizou a Estrutura Administrativa da Câmara Municipal de Ilhabela, foi a Lei 791/2010, que dentre outras, criou os cargos de Assessor Parlamentar e de Gabinete, para dar vazão aos trabalhos e necessidades funcionais da atividade parlamentar. Foram atribuídos a cada vereador um cargo de assessor parlamentar e um de assessor de gabinete, entretanto, naquela ocasião não previsto e inserido, na norma legal, os assessores do Presidente da Casa, que na oportunidade, não entendeu necessário. No entanto, o correto seria que a ele ou ao seu sucessor, estivesse previsto o referido assessoramento. A propositura também tem como objetivo corrigir equívoco cometido na edição da Lei que criou os cargos, porém, determinou diferenciação salarial em funções equivalentes. Assim, a proposta visa equiparar os seus vencimentos e tornar mais justa as atribuições e o exercício das funções. Além de fazer contar da regra legal e estabelecer igualdade entre os vereadores, em relação ao assessoramento existente a todos.
Antes da votação, durante a discussão do projeto, o vereador Keko se manifestou dizendo: “Como líder da bancada do governo, peço que a base da bancada, não vote favorável a esse projeto”.
Já a vereadora Nanci declarou não achar justo que todos os pares tenham dois assessores e o vereador presidente não tenha nenhum. “O presidente também é vereador. É justo que ele tenha dois assessores, assim como nós temos”, enfatizou.
O parlamentar Edvaldo justificou que votaria contra pela forma que o projeto foi tramitado: “Não sou contra o projeto, mas sou contra a forma que está sendo tramitado. É um bom projeto, tem matéria boa, mas sem uma analise mais profunda, não voto. Posso até votar favorável, mas nesse momento não, pois não vejo razão de urgência”. Pelo mesmo motivo, o par adiantou que também votaria contra o projeto do colega de partido, Marinho, caso ele não retirasse a matéria da pauta.
O vereador Erick manifestou sua indignação com as palavras do parlamentar Keko: “Como pode pedir como líder do governo que não votem. Não pediu como vereador, pediu como líder do governo. Isso me deixa mais indignado e com mais vontade de votar a favor. O que o governo ‘tem a ver’ com a Câmara? Porque o governo tem que ‘se meter’ nos nossos projetos? Não interferimos lá quando na criação de cargos”, enfatizou o par.
O chefe do Legislativo, em uso da palavra, relatou que hoje o presidente não tem nenhum assessor, mas todos outros pares têm dois assessores. “O presidente também é vereador. Não consigo entender, porque é questão de direito, de igualdade e de justiça. E deixo claro que hoje estou presidente, mas daqui a pouco não vou estar mais, e o meu sucessor também vai precisar desses cargos”, finalizou Carlinhos.